15 de ago. de 2008

Sindrome de Estocolmo

Ao lado uma criança sendo refêm


A sindrome de estocolmo é uma reação inesperada e ilogica da vitima sobre o agressor. Pensando um pouco no meu pc refleti sobre o que leva uma pessoa que foi humilhada, maltratada, ameaçada e traumatizada desenvolver um vinculo afetivo com tal pessoa.
Essa sindrome nada mais é que um estado psicológico particular desenvolvido por pessoas que são vítimas de seqüestro. A síndrome se desenvolve a partir de tentativas da vítima de se identificar com seu captor ou de conquistar a simpatia do seqüestrador.
Tal sindrome foi assim chamada devido ao assalto no banco Kreditbanken em Norrmalmstorg, Estocolmo que durou de 23 de agosto a 28 de agosto de 1973. Nesse acontecimento, as vítimas continuavam a defender seus captores mesmo depois dos seis dias de prisão física terem terminado e mostraram um comportamento reticente nos processos judiciais que se seguiram. O termo foi cunhado pelo criminólogo e psicólogo Nils Bejerot, que ajudou a polícia durante o assalto, e se referiu à síndrome durante uma reportagem. Ele foi então adotado por muitos psicólogos no mundo todo.
Esse tipo de reação desenvolvida pela vitima é consequencia de um stress físico e emocional extremo em que sua mente tenta criar uma ilusão com a intensão de amenisar o desconforto emocional gerado naquele momento.
Um dos casos mais famosos é o de Patty Hearst, que desenvolveu a doença em 1974, após ser seqüestrada durante um assalto a banco realizado pela organização militar politicamente engajada (o Exército de Libertação Simbionesa). Depois de libertada do cativeiro, Patty juntou-se aos seus captores, indo viver com eles e sendo cúmplice em assalto a bancos.

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